sábado, 29 de dezembro de 2012

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Não.
Não consigo olhar para o longe e imaginar sorrisos, alegrias, nada. Só quero que passe essa prisão, esse castigo. Se pudesse doer fisicamente, eu iria parar de comer. Mas eu preciso dar adeus. Na verdade, deixar o tempo levá-lo para longe e deixar que as lágrimas limpem minha visão. E quando isso acontecer...irei olhar ao longe e respirarei fundo. Ninguém precisa entender, mas eu sei o motivo e sei do que preciso agora. Não tenho mais nada para esconder.Pensei que o melhor seria me resguardar, mas não é esse o momento. Não preciso provar nada, só quero me sentir livre e escrever.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Conforto?

Não sei explicar, mas se a vida falasse comigo, ela diria: Vai queridinha, você precisa entender que fez merda de novo. Amanhã estou prestes a deixá-lo ir para sempre. E será a coisa mais difícil que já fiz até então.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Repetição

Difícil encarrar a derrota.
Muito mais difícil é descobrir que você não é melhor que ninguém.
Difícil será perceber que está errado de novo.
Estou errando?
Talvez...
Mas a diferença é que agora, sim, eu não tenho medo.
E
não estou sozinha.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Conheço gente que não.

Folhas e mais folhas escritas.
Lendo-as dou boas risadas.
Choro relembrando o que senti.
Concerto um erro de português antigo.
E percebo.
Histórias há.
Minha vida, do meu jeito.
Tenho orgulho do meu sofrimento, porque foi até onde pude aguentar.
E percebo.
Que a solidão passou em um sentido e voltou de outro.
Amei de verdade.
Amo hoje com mais verdade ainda.
E percebo.
Eu corri atrás do que acreditei, briguei com o mundo pelo que quis, morri na praia e ainda nao enfrentei grandes batalhas, sofrimentos mais sérios mas....
Eu tenho histórias.
Eu vivi.