Suspirei
Senti as lágrimas virem incontroláveis
Sorri
Fiquei tonta
Pensei no vazio
Suspirei
Lembrei
É o começo de um sonho
Estou acordada?
Estou viva
A sensação é apavorante
Leve, torturante
Intensa, perfeita
Eu passei para Medicina.
Cresci
Mudei
sábado, 23 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Aula vaga
Não estou feliz?
Mas eu estou
Só que a reflexão
Me torna séria, concentrada
E objetiva
O racionalismo me torna sensível
E com saudades de sonhar
Isso me distrai
E me faz pensar em solidão
Mas não estou sozinha na vida
Só estou sozinha encarando a luz no fim do túnel
E se alguém aparecer, para colocar a mão no meu ombro
Vou sorrir e chorar, grata
Mas é sozinha
Que a luz se torna matéria
E consigo segurá-la em minhas mãos.
Mas eu estou
Só que a reflexão
Me torna séria, concentrada
E objetiva
O racionalismo me torna sensível
E com saudades de sonhar
Isso me distrai
E me faz pensar em solidão
Mas não estou sozinha na vida
Só estou sozinha encarando a luz no fim do túnel
E se alguém aparecer, para colocar a mão no meu ombro
Vou sorrir e chorar, grata
Mas é sozinha
Que a luz se torna matéria
E consigo segurá-la em minhas mãos.
terça-feira, 12 de março de 2013
Qual é o limite
Já me disseram
Que meu olhar é pureza
E que meu jeito natural contradiz isso
Já me disseram
Que eu tenho esperança
Mesmo que eu tente negá-la todos os dias
E eu digo a minha alma
Para acreditar neles
E a minha mente
Que eu preciso ser fria
Por que a frieza iria justificar o meu passado
Que eu não quero ter nostalgia
E que quero me valorizar
Mas tudo que faço
É me expor ao infinito
E sentir vergonha, de perceber que não mudei
E o mais inacreditável é que mudei
Tão completamente
Que não quero que conheçam quem eu era, quem eu ainda sou e quem sou agora
Aliás
Eu ainda tenho esperança
Diz o meu olhar.
Que meu olhar é pureza
E que meu jeito natural contradiz isso
Já me disseram
Que eu tenho esperança
Mesmo que eu tente negá-la todos os dias
E eu digo a minha alma
Para acreditar neles
E a minha mente
Que eu preciso ser fria
Por que a frieza iria justificar o meu passado
Que eu não quero ter nostalgia
E que quero me valorizar
Mas tudo que faço
É me expor ao infinito
E sentir vergonha, de perceber que não mudei
E o mais inacreditável é que mudei
Tão completamente
Que não quero que conheçam quem eu era, quem eu ainda sou e quem sou agora
Aliás
Eu ainda tenho esperança
Diz o meu olhar.
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