terça-feira, 30 de novembro de 2010

As vezes eu preciso.


Na tristeza e na dor.
Na escuridão que não acaba.
Na solidão do meu quarto.
Eu enxergava as estrelas.
Elas nunca me guiariam de volta.
Elas nunca me curariam.
Elas nunca iluminariam outros sonhos.
Somente os meus,perdidos na chuva.
Eu só tenho medo, por Deus.
De um dia eu voltar a ser tão fragil.
E não enxergar as pessoas que realmente importam.
Em ocultar tudo que sinto.
Em ser abandonada.
Não quero pena de ninguem.
Só quero apagar tudo.

3 comentários:

  1. o passado é inapagavel, ele pode ate ser esquecido mais em varios momentos é lembrado...
    quando estiver em seu quato viva o momento longe das estrelas e se esocnda nos seus sonhos pois neles o sub-conciente nos traz a verdade que é preciso pras loucuras da nossa vida, misturam tudo e formam imagens diversas, podem nos fazer chorar, rir chutar pular. é aquilo que precisamos. palavras fortes algo esta acontecendo com vc ?
    pessoas especiais sempre estaram com vc basta vc acreditar...
    vc sabe quem sou... bjão

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  2. Pô cara,quando você quer um momento sozinha,fica na sua,as estrelas só guiaram se você ter fé.
    Acho que fé é a palavra pra quase tudo.
    E quanto as pessoas especiais,pode falar que tá precisando de alguém,só por precisar,só por lembrar da importância,pode ligar.
    Acredito que você sempre saberá pra quem ligar.
    Beijos,
    Thais.

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  3. Hmmmm, eu tenha uma boa também, mas não tive a capacidade de criar antes de Paul Simon:
    The Dangling Conversation, ouçaaaa vou deixar a letra, me faz lembrar seu poema,poesia o q quer q seja:
    It's a still life water color,
    Of a now late afternoon,
    As the sun shines through the curtained lace
    And shadows wash the room.
    And we sit and drink our coffee
    Couched in our indifference,
    Like shells upon the shore
    You can hear the ocean roar
    In the dangling conversation
    And the superficial sighs,
    The borders of our lives.

    And you read your emily dickinson,
    And i my robert frost,
    And we note our place with bookmarkers
    That measure what we've lost.
    Like a poem poorly written
    We are verses out of rhythm,
    Couplets out of rhyme,
    In syncopated time
    Lost in the dangling conversation
    And the superficial sighs,
    Are the borders of our lives.

    Yes, we speak of things that matter,
    With words that must be said,
    "can analysis be worthwhile?"
    "is the theater really dead?"
    And how the room is softly faded
    And i only kiss your shadow,
    I cannot feel your hand,
    You're a stranger now unto me
    Lost in the dangling conversation.
    And the superficial sighs,
    In the borders of our lives.

    Pra vc essa...

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