
Aquele estresse,aquela correria. Futuro, dinheiro, babaquices.
De início,o pai dá aquele tapinha nas costas, o choro da mãe. O ego ardente e os sorrisos de milhões de desconhecidos.Para que?
As pessoas me olham, elas ao menos tem o interesse de saber o que eu penso...julgam e julgam e julgam.Até sem saber.
Lá vai ela sonhando de novo.
Ela não sabe o que diz.
Tudo igual, pensam.O mundo não é assim.
É sim. Não quero ser igual.
Quero ver a realidade e quero sentir a mudança acontecendo.
Ela acredita em mudança.
Minha vida,meu pequeno mundo.
Medicina.
Eu acredito em você, e acredito que você vai fazer a diferença! Eu te amo.
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